quinta-feira, 7 de março de 2013

O pulo do gato: qual a diferença entre uma ideia bem sucedida e uma esquecida?


O que a Starbucks, o Post-it, a mini van e o leasing tem em comum? São todos produtos e serviços inovadores que transformaram o mercado e obtiveram sucesso sem ter que lutar contra a concorrência nem reduzir custos.
Não é este o sonho de todo empreendedor e de toda empresa? E tudo começou com uma boa ideia.
Segundo o consultor em administração Karl Albrecht, a ideia é a matéria-prima da inovação. Daí a achar que uma ideia por si só pode levar ao sucesso, ser o pulo do gato, há um certo exagero. A implementação de uma nova proposta requer esforço e habilidades tão importantes como as utilizadas para a sua criação.
Quanto há de verdadeiro nisso? Sou consultora especialista em criatividade e inovação. Meu trabalho é, além de incitar a geração de ideias, garantir que elas não sejam desperdiçadas. A intenção deste artigo é ajudá-lo a lidar com os empecilhos mais frequentes, ou seja, fazer a inovação acontecer.
Vejamos, portanto, o que mais, além de uma boa ideia, é necessário para que o pulo do gato se dê completa e favoravelmente:
A venda da ideia
Não importa se você é empreendedor, empresário ou executivo. Você precisa da receptividade dos outros para que sua ideia evolua. Transforme-a em um projeto claro e conciso. Realce os resultados que ela trará, calcule a relação custo-benefício, pense nas objeções possíveis e crie de antemão formas de combatê-las. Entenda que uma nova ideia sempre exige uma nova forma de pensar. Você viu uma possibilidade diferente, mas os outros ainda não.
Cultura adequada
Para uma ideia ter receptividade, é preciso que as pessoas envolvidas estejam preparadas para tal. A cultura da sua empresa é aberta a inovações? Como o erro é visto? Se uma inovação envolver mais de uma área, como se lida com os palpites em seara alheia? A cultura da empresa pode ser ou não um solo fértil para inovações, mas não se trata de uma barreira intransponível. O papel de quem cuida das inovações na empresa é entender e administrar as características da cultura organizacional para que o terreno seja cada vez mais fecundo. Um empreendedor solo precisa pensar nas características das pessoas que poderão (ou não) apoiá-lo: colegas, parceiros, família e eventuais financiadores.
Esforço e recursos
Você ou alguém na empresa terão tempo, verba, poder e dedicação para fazer a inovação acontecer? Normalmente esses quesitos são escassos. Com empenho e criatividade pode-se realizar uma ideia com uma verba menor do que a prevista, mas tempo e dedicação tendem a ultrapassar em muito a previsão inicial.
Quanto ao poder, vale lembrar que ele não se limita ao poder do cargo. A persuasão também é um forte instrumento para que se dê espaço para a inovação.
Estrutura
Em sua empresa há comitês, comunidades de práticas ou outras formas para que as pessoas se organizem para fazer a inovação acontecer? Se você atua sozinho, já desenvolveu uma estrutura que favoreça o sucesso da inovação?
Testes, monitoramento e reajustes: Uma estrutura sólida para dar suporte às inovações envolve os famosos funis que avaliam as sugestões em diferentes etapas. Após o lançamento é preciso monitorar a evolução do novo produto ou serviço.
Dificilmente uma ideia chega ao mercado tal qual foi criada. Um empreendedor não pode confundir persistência com teimosia e deve, portanto, estar aberto aos eventuais reajustes.
Depois de tantos requisitos, pode parecer que o pulo do gato é mais difícil do que parece. De fato, o gato pula porque tem musculatura adequada, preparo físico e vontade de pular. Ele pula também porque tem sete vidas, e pode, portanto correr riscos. Mas acima de tudo, ele pula porque vê os benefícios de seu salto e sabe que vale a pena.
Gisela Kassoy é especialista em Criatividade, Inovação, Adoção de Mudanças e Programas de Ideias. Atua com consultoria, seminários, palestras e facilitação de grupos de ideias. Realizou trabalhos em quase todo o país e nos EUA, Europa e América Latina

terça-feira, 5 de março de 2013

BNDES projeta investimentos de R$ 3,8 trilhões no país até 2016 © 2000 – 2012. Todos os direitos reservados ao Valor Econômico S.A. . Verifique nossos Termos de Uso em http://www.valor.com.br/termos-de-uso. Este material não pode ser publicado, reescrito, redistribuído ou transmitido por broadcast sem autorização do Valor Econômico. Leia mais em: http://www.valor.com.br/brasil/3031176/bndes-projeta-investimentos-de-r-38-trilhoes-no-pais-ate-2016


RIO - 
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) projeta que os investimentos no país totalizarão R$ 3,807 trilhões no quadriênio 2013-2016. As estimativas consideram pesquisa que cobre os setores responsáveis por 57% dos investimentos no Brasil e em projeções econométricas de especialistas que englobam os 43% restantes.

Os dados divulgados pelo BNDES apontam para uma alta de 29% na comparação com o quadriênio 2008-2011, quando foram investidos R$ 2,951 trilhões.
As estimativas do banco de fomento mostram que a indústria deve contribuir com R$ 1 trilhão, 22% a mais que os R$ 847 bilhões do período 2008-2011. Desse total, o setor de petróleo e gás deve, pelas estimativas, atingir R$ 405 bilhões, 46,8% a mais que os R$ 276 bilhões do quadriênio 2008-2011.
A infraestrutura deverá ficar com R$ 489 bilhões 36,2% a mais que os R$ 359 bilhões do período 2008-2011, com destaque para os R$ 166 bilhões da energia elétrica, que deverá mostrar um crescimento de R$ 3,6% frente aos R$ 160 bilhões do quadriênio 2008-2011.
“Os principais destaques em infraestrutura estão ligados à logística e fazem parte dos esforços do governo para ampliar a competitividade da economia brasileira. Nesse sentido, os investimentos em logística (rodovias, ferrovias, portos e aeroportos) devem passar de R$ 80 bilhões para R$ 179 bilhões, um aumento de 124%, na comparação 2008-2011 e 2013-2016”, diz a nota divulgada pelo BNDES.
A projeção do banco aponta para investimentos de R$ 69 bilhões em rodovias, R$ 77 bilhões em ferrovias, R$ 24 bilhões em portos e R$ 9 bilhões em aeroportos.
(Rafael Rosas | Valor)

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segunda-feira, 4 de março de 2013

A amarga conta tributária brasileira


Embora a perspectiva de unificação do PIS e da Cofins pareça das melhores, o caótico cenário tributário brasileiro torna duvidoso se temos motivos para comemorar de antemão essa mudança, ou ficar mais preocupados ainda diante dela. Um provável aumento de alíquotas, como se tem especulado, nem seria a razão principal dessa dúvida, cujo sentido fica mais fácil compreender mediante um breve retrospecto.
Esta dita unificação é a ponta de um iceberg que precisa ser rapidamente retirado do oceano, processo iniciado certamente com o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), cujos primeiros projetos – Nota Fiscal eletrônica (NF-e), Escrituração Contábil Digital (ECD) e Escrituração Fiscal Digital do ICMS e IPI (EFD-ICMS/IPI) – têm obtido êxito no cumprimento de seus objetivos, premissas e benefícios, com destaque para a integração dos fiscos e a redução de custos para o contribuinte.
Com este novo cenário, percebe-se, nos últimos anos, uma real diminuição da produção de bens e serviços não reportada ao governo, com o intuito de sonegar impostos, evadir contribuições à seguridade social, descumprir leis trabalhistas e evitar outros custos inerentes à formalidade. Essa economia subterrânea, que chegou a representar 21% da produção nacional em 2003, atualmente se situa na faixa dos 16,8%, segundo estudos da FGV.
No geral, porém, a Receita Federal do Brasil, responsável pela gestão de 70,29% dos tributos aqui arrecadados, tem atuado fortemente para aproximar a arrecadação efetiva da potencial. 
Na prática, o SPED age aumentando gigantescamente a percepção de risco dos contribuintes, uma vez que todas as informações empresariais são transmitidas eletronicamente ao Fisco, no tocante a cadastro de clientes, fornecedores e produtos; documentos fiscais de compra e venda; apuração tributária, inventário e, em um futuro bem próximo, também na esfera trabalhista.
Ao iniciarmos 2013, sete anos após a emissão da primeira NF-e, o Brasil atingiu a marca de 905.734 emissores (22/02/2013), chegando a 6,353 bilhões de documentos autorizados (28/02/2013), de acordo com o Portal da NF-e.
Outro lado positivo da NF-e está no fato de que o cronograma de inclusão compulsória de empresas na emissão de NF-e respeitou características setoriais incluindo primeiramente as cadeias produtivas de cigarros, combustíveis, bebidas e automotiva.
Seguindo nesta esteira, as empresas brasileiras precisam ficar atentas aos prazos do SPED. Para 17 Estados, por exemplo, a EFD-ICMS/IPI (ou SPED Fiscal), tem o prazo máximo até 1º de janeiro de 2014, enquanto para oito, a data-limite foi 1º de janeiro de 2012. Acre, Alagoas, Amazonas, Mato Grosso, Rondônia e Tocantins podem ainda incluir até mesmo as microempresas e as empresas de pequeno porte. Permanece fora da EFD Pernambuco.
Dessa forma, a EFD-ICMS/IPI abrangerá compulsoriamente cerca de 1,5 milhão de contribuintes em um cronograma de oito anos que respeitou caraterísticas regionais, uma vez que cada Unidade da Federação definiu seus critérios de inclusão ou dispensa. 
As incalculáveis decisões judiciais no campo tributário são contraditórias em boa parte dos casos. Para se ter uma ideia do tamanho do problema, 90% das demandas judiciais na área tributária têm relação direta com as contribuições do PIS e da Cofins.
Por conta disso, milhões foram investidos em sistemas de informação na tentativa de automatizar regras indefinidas, que ferem os princípios básicos da engenharia de software, ao torná-los excessivamente caros e complexos. Na prática, cada empresa tem suas particularidades com relação a estes tributos, o que inviabiliza o ganho de escala na construção e implantação de soluções polivalentes.
Considerando que a tão divulgada simplificação das Contribuições do PIS e da Cofins para 2013, há ainda outra pergunta a responder. Como ficam as empresas e organizações contábeis que já investiram (e as que ainda estão investindo) em tecnologia, capacitação e revisão de procedimentos para se adequarem à atual realidade da EFD-Contribuições? Ora, se já estão previstas mudanças estruturais, certamente serão necessários novos investimentos, uma conta amarga para diversas empresas. 
A solução para esta situação bizarra existe. Depende do interesse verdadeiro em fazer do Brasil uma nação mais competitiva e madura, mas demandaria o reconhecimento oficial de tais erros, além da suspensão imediata do projeto, pelo menos até a publicação da prometida unificação do PIS e da Cofins. 
Com todo esse circo, e sabendo que a possibilidade de suspensão do projeto é praticamente nula, o empreendedor brasileiro seria mais ou menos como aquela pessoa que não bebe, mas no final de um happy hour acaba pagando toda a cerveja dos colegas, uma conta devéras amarga. No caso, se a EFD-Contribuições só beneficiará o governo, a conta deveria ser dele.
http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/a-amarga-conta-tributaria-brasileira/69073/


Conteúdo Nacional em Petróleo terá alvos Regionais

O governo vai usar a política de conteúdo nacional obrigatório na indústria de petróleo e gás para ampliar, para além de Rio e São Paulo, o desenvolvimento de fornecedores para o setor. Médias empresas terão apoio oficial e assessoria técnica para "arranjos produtivos" voltados ao fornecimento de serviços e bens para a indústria e petróleo e gás em cinco localidades no Brasil.

A ajuda incluirá o apoio à formulação de plano de negócios para integrar regionalmente os principais fornecedores dos setores de petróleo, gás e naval, segundo convênio firmado pelo Ministério do Desenvolvimento e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

"Estamos saindo de uma política de conteúdo nacional para uma de conteúdo local, muito bonito de falar, mas difícil de fazer", disse o presidente da ABDI, Mauro Borges. "A indústria de petróleo é tão relevante hoje que, se tivermos um desenvolvimento bem-sucedido da cadeia de suprimento será uma contribuição efetiva para o desenvolvimento brasileiro mais equilibrado."

Borges adiantou, em entrevista ao Valor PRO, serviço de tempo real do Valor, que a atual política de exigência de conteúdo nacional para investidores com contratos de exploração no setor de gás e petróleo também deve ser "recalibrada", em médio prazo. Os técnicos pensam em definir critérios diferenciados de requisitos de fabricação nacional mínima, de acordo com os diversos segmentos da cadeia de fornecedores da Petrobras e outras empresas do setor.

"Está fora de questão", porém, fazer mudanças ainda neste ano, avaliou o executivo, que participa das discussões sobre o tema, no Conselho de Competitividade do setor de Petróleo e Gás. Ele garante que o governo se preocupa em evitar a perda de competitividade das empresas do setor.

"Hoje há uma métrica agregada (para se medir o conteúdo local) e é para ela que se olha. Com a revisão, teríamos de olhar a métrica por grandes segmentos estratégicos", explicou Mauro Borges, ao informar que a revisão do modelo deverá definir esses "grandes segmentos estratégicos", e concentrar neles as iniciativas oficiais de desenvolvimento de fornecedores locais. "Não necessariamente haverá redução de conteúdo local em todos os segmentos, pode haver surpresa e descobrirmos que um determinado segmento pode ter mais conteúdo local", disse.

O programa de arranjos produtivos locais nos setores de gás, petróleo e naval, lançado em 26/02/2013, funcionará como um projeto piloto para aproveitar a política de conteúdo local como fonte de desenvolvimento regional, segundo explicou a secretária de desenvolvimento da produção do Ministério de Desenvolvimento, Heloísa Menezes. O governo quer, com o projeto, criar, no país, fornecedores globais.

Foram selecionadas cinco regiões, em Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Rio e Janeiro e Rio Grande do Sul, para adotar médios e grandes fornecedores da cadeia de petróleo e gás como "empresas âncora", que usarão recursos das linhas de financiamento do governo para desenvolver fornecedores locais. Fortes candidatas ao programa são, segundo Borges, a Mannesmann, fabricante de tubos de aço em Minas, ou a UTC Engenharia e a Odebrecht, na Bahia.

"A empresa pode ter um excelente fornecedor em outro Estado e estar bem assim, o poder público pode incentivar o uso de fornecedores locais, usando programas de apoio já existentes", explicou Borges.

Um dos programas a serem usados é o Prominp, de desenvolvimento de fornecedores locais pela Petrobras. Segundo o coordenador-executivo do Prominp, Paulo Alonso, algumas áreas escolhidas pelo governo já contam com projetos locais de desenvolvimento de "arranjos produtivos", grupos de empresas integradas em determinadas atividades. "O que estamos fazendo e juntar mais gente nesse processo", comentou. O governo e a Petrobras querem não só desenvolver fornecedores diretamente ligados às atividades de gás e petróleo, como mecânica, automação industrial, eletricidade e calderaria, mas também serviços como hotelaria, cozinha, limpeza industrial, que poderão se beneficiar da demanda criada com os grandes projetos de exploração, produção e refino.

Foram escolhidas as regiões de Rio Grande-São José do Norte (RS), Ipatinga-Vale do Aço (MG), Ipojuca-Suape Global (PE), Maragogipe-São Roque (BA) e Itaboraí-Conleste (RJ). O governo deverá auxiliar as empresas âncoras nessas regiões a localizar fornecedores locais e criar planos de negócio, financiados com recursos já disponíveis nas linhas oficiais, para aproveitar a produção local. Entre os setores diretamente ligados à produção de petróleo e gás estão os de metal-mecânica e equipamentos, automação, eletroeletrônica, construção naval e offshore.

Fonte: Valor Econômico

sexta-feira, 1 de março de 2013

Furnas, da Eletrobras, investe R$2,87 bi em 2012 - Investimento foi 91 por cento do orçamento previsto para o ano e valor recorde em 12 anos


ão Paulo - A geradora e transmissora Furnas, do grupo Eletrobras, investiu 2,87 bilhões de reais em 2012, 91 por cento do orçamento previsto para o ano e valor recorde em 12 anos, informou a companhia nesta sexta-feira.
O dado foi divulgado durante evento interno de comemoração aos 56 anos de existência da empresa pelo presidente Flávio Decat, que também mencionou a reestruturação prevista na companhia, que inclui o corte de custos, conforme já anunciado.
"Nosso objetivo é que a reestruturação resulte em uma empresa mais ágil, enxuta e em condições de competir em um modelo de negócios que prioriza a modicidade tarifária. Nesse meio tempo, não deixaremos de fazer os investimentos necessário", afirmou em nota.
Do orçamento realizado em 2012, 665 milhões de reais foram investidos em reforço, manutenção e implantação de novos empreendimentos de transmissão. Outros 265 milhões de reais foram para as áreas de meio ambiente e infraestrutura. Já o parque gerador recebeu cerca de 1,7 bilhão de reais.
O presidente do grupo Eletrobras, José da Costa Carvalho Neto, que também estava presente no evento, falou sobre as reformulações que serão realizadas em Furnas.
"Os investimentos que já foram remunerados para a empresa agora estão sendo remunerados em favor do consumidor e do desenvolvimento do Brasil. Naturalmente que isso reduz a nossa receita, mas as providências estão sendo tomadas para reduzirmos os impactos sem qualquer ônus aos funcionários", disse.
A Eletrobras está formulando o plano de reestruturação para o grupo como um todo, considerando os impactos da renovação das antecipada e onerosa de concessões do setor elétrico que venceriam de 2015 a 2017.
http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/furnas-da-eletrobras-investe-r-2-87-bi-em-2012

Como fazer qualquer chefe perder a paciência


Para descontrairmos nesta sexta-feira, vamos elencar 8 frases que qualquer chefe perderia a paciência:
1- “Sabe aquele projeto que deveríamos entregar amanhã? Então, não vou dar conta”
É importante comunicar ao chefe quando um projeto está ameaçado e dar a notícia antes de a situação ficar crítica. Esconder o problema até o último minuto pode transformar uma simples lombada na pista em um engavetamento monstruoso. Dê ao gerente de projetos a oportunidade de sanar um acontecimento que pode comprometer o resultado.
2- “Isso não é minha função”
A falta de mão de obra fez aumentar o valor de profissionais de TI dispostos a resolver qualquer problema que apareça. Não é uma questão só de moral, de entregar-se pelo bem do coletivo. Os benefícios de um comportamento que o motiva a se mobilizar fora da própria zona de conforto aparecem quando você percebe que suas habilidades foram agraciadas e que adquiriu experiência, abrindo as portas em sua carreira profissional.
3- “Ah, então era isso que você queria? Foi mal”
Quando não souber exatamente o que é esperado de você, peça que expliquem melhor quando surgir a dúvida. É melhor do que sair disparado em uma direção para, depois, ver que era o caminho errado.
Perguntar sobre os detalhes de uma tarefa antes de iniciá-la também demonstra que você está pensando de maneira estratégica, no lugar de limitar-se a cumprir ordens. Um exemplo é perguntar: “Querem que eu rode esse teste nos outros servidores também, para ver se há problemas?”
4- “Fulano(a) é uma mala! Por favor, tome providências” 
Faça tudo que estiver o seu alcance antes de perturbar o gerente com questões de relacionamento pessoal na empresa. Seu colega não o atende por email? Já tentou falar com ele pelo telefone ou até fazer uma aproximação pessoal? Mas atenção: condutas que violam os preceitos básicos de relacionamento profissional devem ser imediatamente informadas ao gerente.
5-“É chato dizer isso, mas é tudo culpa de sicrano(a)” 
Quem avalia o desempenho dos integrantes da equipe é o gerente. Quando um projeto não sai de acordo com o esperado, mostre eficiência e dê sugestões de como melhorar resultados futuros, em vez de liderar a caça às bruxas. Sublinhar faltas e deficiências dos outros não inspira confiança em sua habilidade de trabalhar em equipe.
6- “Quer ser meu amigo no Facebook?” 
Convidar um chefe a entrar para seu seleto grupo de amigos na rede social não leva a lugar algum. Na melhor das hipóteses – aquela em que o chefe aceita figurar entre seus “amigos” – essa operação pode resultar em desastre, no caso de detalhes íntimos e pessoais criarem manchas em sua imagem profissional.
Fique atento para o fato de que vários chefes preferem manter clara a fronteira entre o profissional e o privado. Quase metade dos entrevistados em pesquisa disse não se sentir confortável sendo amigo de seus subordinados.
7- “Achava que você não precisasse saber disso”
Mesmo os gerentes que deixam a equipe trabalhar com liberdade e limitam seu envolvimento à observação fazem questão de ser informados sobre o andar da carruagem. Ao enfrentar uma situação em que não sabe ao certo se deve ou não passar o problema adiante, faça de conta que é você o chefe e pergunte: Quero saber disso? Essa informação vai ajudar a melhorar a performance da equipe e otimizará os resultados?
Até informações do tipo “está tudo conforme esperado” são valiosas. Elas demonstram que você está efetivamente no controle da situação.
8- “Fui!” 
Substituir alguém em uma equipe enquanto as engrenagens se movem é um processo custoso na perspectiva financeira e de tempo. Aliás, manter os integrantes de um time a bordo constitui, muito provavelmente, uma das maiores atribuições da gerência.
No lugar de manter seu chefe às escuras quando o seu objetivo é largar a empresa, ponha as motivações para o seu desligamento em pauta na próxima vez que tiver a oportunidade de conversar com ele.  Seu chefe poderá lhe surpreender e dar cabo daquilo que o aborrece. E mais: a informação que você vai dar irá alertar a gerência para possíveis entraves e fatos que podem afundar toda uma equipe, e não apenas a você.
Fonte: http://cio.uol.com.br/gestao/2013/01/30/oito-frases-que-podem-fazer-qualquer-chefe-perder-a-paciencia/

Depois de rirmos com isto, vamos pensar seriamente: As atitudes acima não são apenas para um chefe perder a paciência. São atitudes antiprofissionais.
Se queremos evoluir como pessoas em nosso trabalho, não devemos ter desídea, falta de visão e principalmente o famoso “tô nem aí” com a empresa. Precisamos estar conectados com tudo que acontece ao nosso lado e com todos que fazem parte do trabalho.
Convido-o a ler novamente as oito frases nesta nova ótica: O que representa cada uma delas dentro da minha empresa? Conheço colegas com estas características? Tenho eu que pensar em algo que estou fazendo neste sentido?
Enfim,
Não apenas por fazer o chefe perder a paciência, mas pela manutenção do trabalho, vamos evoluir, sempre!
- See more at: http://gestao.adv.br/index.php/como-fazer-qualquer-chefe-perder-a-paciencia/?goback=%2Egde_3113300_member_218681256#sthash.ULLeDn4i.dpuf

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Produção de óleo e gás da Petrobras volta a cair em janeiro © 2000 – 2012. Todos os direitos reservados ao Valor Econômico S.A. . Verifique nossos Termos de Uso em http://www.valor.com.br/termos-de-uso. Este material não pode ser publicado, reescrito, redistribuído ou transmitido por broadcast sem autorização do Valor Econômico. Leia mais em: http://www.valor.com.br/empresas/3027146/producao-de-oleo-e-gas-da-petrobras-volta-cair-em-janeiro


A produção de óleo e gás da Petrobras no Brasil voltou a cair em janeiro, na comparação com o mês anterior. A companhia informou hoje que a produção de janeiro atingiu 2,46 milhões de barris de óleo equivalente (BOE) por dia, uma queda de 2,5% em comparação com dezembro. Considerando apenas o volume que cabe à companhia, já excluída a participação dos seus parceiros, a produção de óleo e gás no mês passado foi de 2,36 milhões de BOE/dia.

Somando a produção no Brasil e no exterior, a estatal fechou janeiro com 2,61 milhões de BOE/dia, 2,7% a menos que em dezembro. 

A produção exclusiva de petróleo (óleo mais líquido de gás natural) da empresa no Brasil em janeiro foi de 1,965 milhão de barris/dia, 3,3% a menos que em dezembro. Somada a participação que cabe aos parceiros, o volume sobe para 2,01 milhões de barris/dia.

Segundo a empresa, a queda do volume produzido decorreu, principalmente, do encerramento da produção da plataforma semissubmersível SS-11, que operava o Sistema de Produção Antecipada (SPA) no campo de Baúna, no pós-sal da Bacia de Santos, para preparar a entrada em operação do FPSO Cidade de Itajaí, no mesmo local; do término do Teste de Longa Duração (TLC) na área de Oliva, no pós-sal da Bacia de Campos; da parada programada, para manutenção, da plataforma P-33; e de problemas operacionais na P-53 (Marlim Leste) e  no FPSO Capixaba (Parque das Baleias), na Bacia de Campos.

A queda da produção foi parcialmente compensada pelo início da operação do FPSO Cidade de São Paulo no projeto-piloto de Sapinhoá, em 5 de janeiro, e pelo crescimento progressivo da produção do FPSO Cidade de Anchieta no campo de Baleia Azul, no pré-sal da Bacia de Campos.

A produção de gás natural - sem liquefeito - dos campos da companhia no Brasil alcançou 64.090 mil metros cúbicos por dia, mantendo-se nos mesmos níveis do mês anterior. A produção total de gás, incluída a parte operada pela empresa para seus parceiros, foi de 70.809 mil metros cúbicos por dia.

(Rafael Rosas e Natalia Viri | Valor)


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